9 abr

Já não posso fitar teus olhos,

olhos cor de céu que me observam.

Perco a noção de meus movimentos,

sutil desconcerto de meu próprio centro.

 

Na dúvida cara de minh’alma

encontro a confusa interpretação de teu ser.

Em movimentos lentos, metódicos,

que por tempo eu só, percebo.

 

Por que me fitas, olhos cor de mar?

Em motivos desconhecidos ou inexistentes?

Com sorrisos tímidos não só no olhar.

 

Em desconcertos mútuos, envergonhados,

passamos tempo em verdades reais,

passamo-os em verdades mentirosas.

 

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