Do fim ao começo. Novo começo, belo recomeço.

28 fev

Passou-se anos até o sonho virar pesadelo, ou melhor, até o pesadelo dar às caras. O tempo que passava era frio, triste, era desesperador e cheio de desgosto.

O que parecia sorrir, chorava por dentro e aos poucos se afogava na própria tristeza, tão profunda que já fazia parte de si,  já era parte do seu ser.

Não se podia separar o riso do choro e por tempo excessivo isto era o cotidiano.

Quando tudo parecia perdido, o mapa do tesouro foi revelado e o tesouro com o tempo foi achado e guardado no coração.

A tristeza foi embora, o sorrir não esconde mais o choro, porque o choro não vem. Se foi.

O sorrir tornou-se o novo cotidiano, a alegria substituiu a dor e o coração foi consertado, sem chances de novamente, ser esquecido à sombra.

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